Sucena Shkrada Resk


Gameleira traz um exemplo propositivo de afirmação identitária quilombola

25/09/2017 12:22

PÍLULAS SOCIOAMBIENTAIS

Por Sucena Shkrada Resk

O Museu Gídio Veio, da Comunidade de Remanescentes Quilombolas de Gameleira, em São Tomé, no Rio Grande do Norte, é uma prova de que o senso de pertencimento étnico ao território pode ser ‘perpetuado’ por meio de ações proativas, que tragam o resgate histórico escrito e oral. Conheci um pouco desta iniciativa em pleno sertão nordestino, árdua mas exitosa, por meio da narrativa da pedagoga quilombola Maria Lúcia Santos do Nascimento, entrevistada no programa ‘Grandes Temas’, da TV Universitária de RN.  Ela é a tataraneta do precursor do quilombo.


Reconhecida pela Fundação Palmares, em 2009, Gameleira reflete o sentido da importância da resiliência nesta região extremamente seca. Alguns poetas, como Marciano Medeiros, já descreveram a comunidade em pequenos cordéis.

 https://www.youtube.com/watch?v=T6FqiRU7yok

Veja também:
21/08/2017 - Ser quilombola: um diálogo com a memória ancestral

*Blog Cidadãos do Mundo - jornalista Sucena Shkrada Resk 

 

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